A mentalidade da vírgula diz-nos que quando estamos cansados é melhor pararmos de trabalhar para que a nossa obra ganhe com isso.
Esta perspectiva indica-nos também qual o movimento errado numa coreografia com 1200 passos - e, se não soubermos executar aquele movimento exacto, mais vale desistir dos outros 1199 passos e deixá-los para quem sabe dançar melhor do que nós.
Esta fasquia ignora as potencialidades do erro; concentra a sua atenção na parte e descura o todo.
NÃO!
O artista pode reclamar para si o direito ao erro. Por vezes, do erro e do cansaço nascem as obras mais completas. A Humanidade não é apenas o Belo e o Sublime; é necessário que se reconheça esteticamente o direito ao cansaço do esteta e do artista, os ruídos na comunicação entre o que se pretende transmitir e aquilo que efectivamente se transmite. Esses factores são enriquecedores e não detractores da obra.
Não à mentalidade que aponta a vírgula mal colocada num lindíssimo texto de 1500 palavras!
Esta perspectiva indica-nos também qual o movimento errado numa coreografia com 1200 passos - e, se não soubermos executar aquele movimento exacto, mais vale desistir dos outros 1199 passos e deixá-los para quem sabe dançar melhor do que nós.
Esta fasquia ignora as potencialidades do erro; concentra a sua atenção na parte e descura o todo.
NÃO!
O artista pode reclamar para si o direito ao erro. Por vezes, do erro e do cansaço nascem as obras mais completas. A Humanidade não é apenas o Belo e o Sublime; é necessário que se reconheça esteticamente o direito ao cansaço do esteta e do artista, os ruídos na comunicação entre o que se pretende transmitir e aquilo que efectivamente se transmite. Esses factores são enriquecedores e não detractores da obra.
Não à mentalidade que aponta a vírgula mal colocada num lindíssimo texto de 1500 palavras!
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